16 de novembro de 2016

Schola Cantorum de Brasília contrata

Quem?

Profissional experiente em levantamento de fundos. Conte-me o que você já fez, não o que fará.

Para quê?

Finalidade do serviço é levantar fundos imediatamente para os projetos do Schola Cantorum de Brasília. Isso inclui:

  • pagamento de professores
  • bolsas de estudos
  • reforma acústica das salas de aula da sede do SCB

Onde?

O levantamento de fundos pode ser feito internacionalmente. A sede fica em Brasília.

Como?

Envie sua proposta para paulinyi@yahoo.com . Apenas conte o que você já fez.

Programação oficial de fim de ano do Schola Cantorum de Brasília.

  • 20 de novembro, 2016: domingo às 18:00, apresentação compartilhada na Paróquia Militar. Chegada do Schola Cantorum: 30 minutos antes. Dia do músico (antecipado).
  • 21 de novembro às 20:00, segunda-feira: recital do fagotista austríaco Hannes Vohla, comigo e com Profa. Iracema, e uma extraordinária pianista convidada. TODOS devem assistir. http://paulinyi.blogspot.com.br/2016/11/hannes-vohla-austria-apresenta-recital.html
  • 26 de novembro às 19:00 sábado: apresentação de TODOS na inauguração do presépio da Paróquia militar. Ensaio às 16:30 (horário diferenciado para instrumentistas).
  • 30 de novembro às 19:00, quarta-feira: celebração de Natal para nossos alunos. Recebemos a festa inteira de presente da Loja Enfance 403 Norte bloco A, local da celebração. Faremos apresentação de 5 músicas. Crianças receberão brindes do papai noel.
  • 3 de dezembro às 16:45, sábado: palestra sobre canto mozárabe. Para TODOS. Palestrante: Geert (da Holanda). Local: Paróquia Militar.https://scbrasilia.blogspot.com.br/2016/08/aula-internacional-gregoriano-de.html
  • 18 de dezembro às 10:30, domingo: TODOS apresentam-se na Estrutural. Encerramento natalino de 2016. Férias até início de janeiro.
Encerramento das inscrições para o Congresso Rio 2017: 10 de dezembro de 2016.

Esta notícia:

2 de novembro de 2016

Oração Comunitária do Schola Cantorum de Brasília: aos sábados, 14:00-16:00, na Paróquia São Miguel Arcanjo e Santo Expedito, EQN 303/304.

1) Ler estes agradecimentos institucionais:
a) Ao beneplácito divino, pela fundação e manutenção do Schola Cantorum de Brasília.
b) Às orações e boas obras dos sacerdotes, professores, músicos, administradores, benfeitores e famílias em prol deste grupo.
c) À generosa acolhida do Schola Cantorum de Brasília pela Paróquia Militar São Miguel Arcanjo e Santo Expedito e pela Federação de Meninos Cantores, e por todos os que nos recebem e apoiam.
d) Aos benfeitores, patrocinadores e todos os membros que Deus trouxe ao Schola Cantorum de Brasília.
2) Acrescentar agradecimentos particulares espontâneos. Relatar testemunho de milagres recebidos nesta oração.
3) Rezar o Rosário.
4) Leituras do dia incluindo salmo e Evangelho.
5) Silêncio para oração, meditação, adoração.
6) Ler estas intenções institucionais:
a) Rezamos pela libertação de todas as almas do purgatório, pelas intenções do pároco, diretor espiritual, professores, músicos, funcionários, benfeitores e patrocinadores, pais e alunos, membros do Schola Cantorum de Brasília e da Federação de Meninos Cantores, e de todos os que precisam ou que nos pedem orações.
b) Rogamos que o Divino Espírito Santo inspire e entusiasme a todos os membros e próximos do Schola Cantorum de Brasília; que atraia muitos benfeitores e bons alunos (principalmente meninos e rapazes), excelentes músicos e professores, e muitas vocações sinceras e santas.
c) Pedimos à Nossa Senhora de Fátima e aos músicos beato Francisco de Jesus Marto e Santo Afonso Maria de Ligório que nos protejam do mal, deem paz às nossas famílias, abençoem e realizem todos os nossos projetos artísticos e bons trabalhos; que o coração de todos se entusiasme com a música e arte do Schola Cantorum de Brasília produzindo frutos eternos a todos os participantes.
d) pelo crescimento e progresso de todas as famílias e membros do Schola Cantorum de Brasília e da Federação de Meninos Cantores, principalmente na santidade, nos estudos, no domínio artístico, na beleza.
e) Para que os ausentes e atrasados encontrem o bom caminho.
f) Pela rápida e boa conclusão da reforma das salas de aula de nossa sede, e que Deus conceda a graça de bem edificarmos nossas famílias e nossas moradias e de todos os que colaboram nesta missão, por intercessão de São José. Para que possamos assumir responsabilidades ainda maiores com dignidade e alegria.
7) Acrescentar intenções particulares espontâneas.
8) Rezar o Terço da Misericórdia.
9) Leitura hagiográfica.
10) Oração de São Bento: Crux Sacra.



23 de outubro de 2016

III Congresso de Músicos Brasília 2016

Congresso de Músicos Brasília
O terceiro congresso de músicos em Brasília celebra novamente o dia do músico, dia de Santa Cecília, antecipando-se o encerramento para 20 de novembro em missa presidida
pelo Pároco José Eudes na Paróquia Militar São Miguel Arcanjo e Santo Expedido à EQN 303/304, Brasília, DF.

Este evento é voltado a todos os músicos e interessados. Inscritos receberão certificados de participação (6 horas/aula). Preparatório para o Encontro de Gregoriano do dia 4 de dezembro de 2016.

Crianças e jovens: última chance para se inscrever ao Congresso Mundial Rio 2017.

Serviço: III Congresso de Músicos Brasília 2016.
Devem inscrever-se:
  • Crianças: a partir de 1 ano (violino/flauta-doce); a partir de 6 anos (coral).
  • Jovens: todas as idades (coral).
  • Adultos: coral gregoriano.
  • Todas as idades: instrumentistas para orquestra (cordas e sopros).
  • Seção orante: pais, mães e demais.

Local: Paróquia Militar S. Miguel Arcanjo e Santo Expedito, EQN 303/304.
Programação: aula no dia 19 de novembro de 2016, entre 14:00 às 16:30. Ensaio no dia 20 de novembro, às 16:30. Apresentação durante a missa das 18:00 presidida pelo Pároco José Eudes.

Informações e contato: Dr Paulinyi (61) 986.534.811 <paulinyi@yahoo.com>
Diretor do Schola Cantorum de Brasília
Curso preparatório pode ser solicitado ao diretor.
http://aulas.Paulinyi.com (para todas as idades a partir de 1 ano).
http://gregoriano.Paulinyi.com

Inscrição: Enviar nome, idade, telefone e contatos para <Paulinyi@yahoo.com>
É necessário enviar inscrição com antecedência para receber o material do Congresso e certificado de participação. A taxa de inscrição estimula à doação espontânea às obras do Schola Cantorum de Brasília, particularmente empenhada na reforma das salas de aula da igreja.

Caderno de partituras em:
https://www.dropbox.com/s/ownvi47kdnwbvfw/SCB-caderno2016.pdf?dl=0

Esta notícia:
http://scbrasilia.blogspot.com/2016/10/congresso-2016-dia-do-musico-santa.html

16 de outubro de 2016

Crianças e jovens: últimos dias para inscrição no

CONGRESSO MUNDIAL Pueri Cantores RIO 2017.

Inscrições em 2016 com Prof. Paulinyi: Sábado às 16:00 na sala da catequese da Paróquia Militar São Miguel Arcanjo (303/304 Norte, andar superior).
Para adultos: inscrições ao Coral Gregoriano do Schola Cantorum de Brasília.

Informações: (61) 986.534.811
Dr. Paulinyi, diretor do
Paulinyi@yahoo.com

Esta notícia:

18 de setembro de 2016

Schola Cantorum de Brasília SCB apresenta, possivelmente pela primeira vez em Brasília, a sequência medieval da festa de São Miguel Arcanjo. O pároco José Eudes autorizou o SCB antecipar a celebração desta festa para o dia 25 de setembro de 2016 às 18:00 na Paróquia Militar São Miguel Arcanjo e Santo Expedito, à 303/304 Norte, Brasília.

Podem participar do Schola Cantorum adultos, jovens e crianças a partir de 2 anos de idade, tanto no coral quanto nas aulas de instrumentos (violino, piano, fagote, flauta-doce, gregoriano, coral). Inscrições com o diretor Dr Zoltan Paulinyi (61) 986.534.811. Paulinyi@yahoo.com

Para conhecer melhor o trabalho do SCB, haverá um ensaio aberto a todos no sábado, dia 24 de setembro às 14:00. O caderno de partituras ficará temporariamente disponível aqui.

Laus Erumpat
Sequência a São Miguel Arcanjo
Serviço: Coral Schola Cantorum de Brasília apresenta sequência a São Miguel
Data: 25/9/2016
Local: Paróquia Militar São Miguel Arcanjo e Santo Expedito, à 303/304 Norte, Brasília.
Contato: diretor Dr Zoltan Paulinyi (61) 986.534.811. Paulinyi@yahoo.com


10 de setembro de 2016

- Seleção de crianças, jovens e adultos -

Venha cantar no Congresso Mundial Pueri Cantores Rio de Janeiro 2017

O Congresso Mundial Pueri Cantores, pela primeira vez no Brasil (Rio de Janeiro), reunirá crianças e jovens musicistas do mundo inteiro no período de 18 a 23 de julho de 2017.
Atenção: as inscrições encerram-se em 10 de dezembro de 2016! É congresso exclusivo a membros da Federação Pueri Cantores. Para participar, jovens e crianças precisam se preparar participando de um coral federalizado. No Centro-Oeste, o Schola Cantorum de Brasília oferece esta oportunidade. Para adultos, há programação específica em canto gregoriano.

Crianças, jovens e adultos podem se candidatar a uma vaga no Schola Cantorum de Brasília.

DATAS: aos sábados às 13:45. Necessário marcar horário com Prof. Paulinyi (Dr Mus Univ Évora)
Paulinyi@yahoo.com
Telefone: (61) 986.534.811
PRAZO para se inscrever ao Congresso: até 10 de dezembro de 2016.
Local: Paróquia São Miguel 303/304 Norte (crianças e jovens). Adultos: consultar local e horário na Asa Norte.

Repertório: vide caderno.

Informações: Prof. Paulinyi (Dr Mus Univ Évora)
Paulinyi@yahoo.com
Telefone: (61) 986.534.811

Organização em Brasília: Schola Cantorum de Brasília.
Calendário do Congresso RIO 2017: consulte o caderno da Federação.

Esta notícia:
http://scbrasilia.blogspot.com/2016/09/selecao-de-criancas-venha-cantar-no.html

27 de agosto de 2016

Encontro Internacional de Canto Gregoriano em Brasília 2016

O Schola Cantorum de Brasília (SCB) organiza aula pública internacional sobre gregoriano. Palestrante convidado: Dr Geert Maessen (Holdanda, http://www.gregoriana.nl/0200engels.htm) sobre canto mozárabe, por ocasião de lançamento de seus 2 livros sobre o assunto.

Público-alvo: haverá aplicação prática específica para cada segmento
  • Adultos
  • Jovens
  • Crianças (há seleção de crianças para o Congresso Mundial Rio 2017)
Data: sábado, 3 de dezembro de 2016 às 16:45.
Local: auditório da Paróquia Militar São Miguel Arcanjo e Santo Expedito, EQN 303/304, Brasília, DF, no andar superior.
Duração: 1 hora. Tradução ao português em tempo real por Dr Paulinyi.
Organização: Schola Cantorum de Brasília. Aulas preparatórias às quintas-feiras (http://gregoriano.Paulinyi.com)
Inscrições: escrever para Dr Paulinyi: Paulinyi@yahoo.com
Fone: (+55.61) 986.534.811
Taxa de inscrição: doação espontânea às obras do SCB (pela campanha de reforma acústica do auditório da Paróquia Militar São Miguel Arcanjo e Santo Expedito EQN 303/304).

Esta notícia:
http://scbrasilia.blogspot.com/2016/08/aula-internacional-gregoriano-de.html



The Schola Cantorum of Brasília (SCB) organizes an internatinal public lecture about gregorian chant. Invited speaker Dr Geert Maessen (Holdand, http://www.gregoriana.nl/0200engels.htm) will talk about his research on Mozarabic chant and his release of 2 books including the St. Martin's office.
Open for adults and children. Live translation to Portuguese by Dr Paulinyi, director of the SCB.

Date: Saturday, 3 December 2016
Place: S. Miguel Arcanjo Parish, EQN 303/304, Brasília, DF. Aula magna at the upper level.
Duration: about 1 hour.
Contact: (+55.61) 986.534.811 (Dr Paulinyi: Paulinyi@yahoo.com)
Inscription fee: free donation to the charity actions of SCB for the reconstruction of the aula magna. Alternatively, send a paypal donation to paulinyi@yahoo.com

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http://scbrasilia.blogspot.com/2016/08/aula-internacional-gregoriano-de.html





Veja tradução para o português abaixo.

"Towards A Computational Reconstruction of Mozarabic Chant"
Geert Maessen's lecture broadcasted for the Brasília Scholar Cantorum Meeting, 3 December 2016.

Video 1: Hodie in Jordane

Good afternoon. My name is Geert Maessen, I live in Amsterdam in the Netherlands. I studied architecture and philosophy, and specialised in chant. I would like to thank Zoltan Paulinyi for his invitation. It is a great honor to entertain you in Brasilia live on my favorite subject: Mozarabic Chant: the south-westernmost branch of medieval chant: the latin liturgical music of Europe. First I will tell you something about myself. Then I will outline how I discovered Mozarabic Chant. Finally, I will tell you about my challenges and the publication of Saint Martins Office.

To understand my interest in Gregorian Chant it is important to know that I have a congenital eye disorder: called achromatopsia. I'm totally colorblind and can only see black, white and the shades of gray in between. A consequence of this deficiency is that I only see 10 percent of what is normal. A normal person can read the license plate of a car from about 25 meters. I can only read it from 2.5 meters. Another consequence is that I am oversensitive for light. During the day I usually wear heavily darkened sunglasses. Coincidentally, my work is for people with visual impairments, but this has more to do with my interest in music notation then with my eye disease: At the request of blind musicians I transcribe musical scores into Braille music notation.

As a young man I listened to the music of Bach and was so impressed that I wanted to play violin. But when studying violin, the problem of reading musical scores became urgent. I could only read these scores when holding them close to my eyes. But then I no longer had enough space to handle the bow. I therefore started looking for a way to read music while handling the bow. I did not find such a way. The best thing to do seemed to learn the musical score by heart first and then play. But this implies that you already can read music, independent of making music. So I first had to learn reading music. But this again is the world upside down. The best way to learn reading music is playing from sheetmusic. So I better choose another instrument. An instrument where I would have the least physical complications with reading and playing simultaneously. This seemed to be: singing.

At that time I studied architecture and was fascinated by a theory of the monk Hans van der Laan. I visited the monastery he built based on that theory near Aachen. All design in this Benedictine monastery was in line with his theory: The size of the spaces, the ratio of the furniture to those spaces; the furniture itself; the clothing; the crockery, and even the cemetery in the garden where Van der Laan is buried since 1991. Even more than by the work of Van der Laan, I was impressed by the chant the monks sang. Every day they sang chant for about four hours. The bulk of these hours consisted in the recitation of Psalms. Every week all 150 psalms were recited according to a schedule St. Benedict had already described in the sixth century in his Rule for Monks. I was particularly impressed by the recitation of these psalms. The "musical score" for this is the simplest you can imagine: essentially only one note, and of course that note was not written down. Something completely different from Bach's music. Almost all chants with a more complex nature seemed to arise from this recitation. The more festive, the more complex, but also the more rare. Besides the Psalms thousands of very different chants were sung on specific places of the calendar and initially only the rarest chants were notated.

Singing Gregorian chant thus seemed a natural way to become familiar with reading musical scores. Therefore I started singing in a Gregorian choir. Because of the impassioned choirmaster, Wim van Gerven, I continued to sing there when the violin disappeared into the background. At that time I studied philosophy, and Gregorian chant began to become a subject by itself. Chant and particularly the context in which it ever came to fruition was so important to me that it even seemed to give answers to questions about problems no longer relevant in science and philosophy. Questions like: What is the meaning of life? Why are we on earth?

The answer of Chant to these questions was very practical and effective: the meaning of life consists in living in harmony with the universe. The life of prayer and work, as described in the monastic rules provided such harmony very clearly. All thousands of chants had a unique place in three main cycles; those of the day, of the week and of the year. In the morning, other chants were sung than during the afternoon or evening. On the days of the week other chants were sung than on Sunday. On Friday again others than on Wednesday. Moreover, the days of the church year had different chants for the different feasts related to Easter (the beginning of spring) as well as for the feasts on the calendar of Saints. After singing chant weekly for three years I recognized the benefaction of this harmony, in which you could hear by the chants in what season you were, what day of the week it was, and what time of the day. Chant provided a home in the universe, and therefore perhaps was the best possible answer to philosophical questions that seemed to be meaningless in the modern world.

Shortly after the exodus from the churches in the sixties, and especially since the publication of the Graduale Triplex in 1979, performance practice of Gregorian chant in Europe was in full motion. The study of the earliest, tenth-century manuscripts made clear that the repertoire must have sounded very different from what has become familiar since the nineteenth century. The leader of my choir was a pioneer in this field in the Low Countries. He made study of these early manuscripts, again restored the early melodies, and the experiments with his choir resulted in a new way of performance: more like the vocal traditions of other religions; especially of Hinduism, Judaism and Islam.

I continued this approach: Looking at the earliest sources and listening to other traditions. In doing so, in 1996, I developed a new notation for chant: the Fluxus notation. In this format the earliest notation of Chant was placed on lines. The early notation itself is unreadable for us without the help of later manuscripts. In Fluxus the early notation becomes readable while preserving the information that became lost in later notations. Fluxus notation in a suggestive way made it possible for me and my group to do more justice to the indications in the earliest sources. Therefore our chant sounded even more like Eastern traditions.

Video 2: Lapidem quem reprobaverunt
https://www.youtube.com/watch?v=rGNqq2ds3Yc

We started looking for repertoire in the early manuscripts that was lacking in modern editions. We discovered that the most interesting parts of chant gradually disappeared from the manuscripts in the eleventh century: the offertory verses. Besides Gregorian chant we discovered other latin traditions which disappeared since the same century. Ambrosian chant from Milan; Old Roman chant from Rome, Beneventan chant from southern Italy, and finally Mozarabic Chant from the Iberian Peninsula. Mozarabic Chant is almost completely preserved in the same type of notation as the earliest notations in which Gregorian chant has been preserved. Unfortunately, the Mozarabic rite did not continue its written tradition. In 1085 the tradition was officially abolished and replaced by the Roman rite with its Gregorian chant. Therefore Mozarabic chant is almost completely lost. It is only preserved in a notation that was meant as a reminder; you can only read it when you already know the melodies.

I was surprised that nobody had ever attempted to restore the lost chant melodies with the computer. On the contrary, scientists stated that the melodies were irretrieveably lost, unless we would find manuscripts in which they were notated, or, where we could read how the early notation should be interpreted. After several attempts to recompose melodies myself, I started to experiment with the computer. I could not believe that this would not lead to good, singable, melodies. Today I am sure that nearly all lost chants can be restored in a computational way.

The best way to do this is calculate and sing. That was also the title of my first book on the subject: Calculemus et Cantemus. In this book I presented 50 computational reconstructions of tenth-century Mozarabic chants. I do not claim I found the lost melodies. I only claim that they correspond in all detail with our knowledge of the lost chants. The fact that we sang them all, of course, also means that they can be sung, and therefore are some kind of music. Moreover, they are, in essence, independent of my taste, because they are produced by a machine according to a strict protocol. Although these reconstructions probably are quite different from the lost chants, we can sing them on the same texts as a thousand years ago, with the same melodic contours and tone density. Moreover, the melodic idiom is derived from the same time. Thus we are able to get some picture of the past.

Although I do not claim my reconstructions present the lost melodies, I am convinced that we can find these lost melodies by calculation and singing. It simply comes down to a continuous improvement of the calculation. And the experiences from singing should feed the method. In every new publication, in sound or in print, we intend to proceed a little further. In our recent book with St. Martin chants, the method has improved significantly. Also, the music has a more constant quality.

It is fascinating to see the lost Mozarabic tradition slowly come to life under your fingers. A tradition which, with its thousands of chants, must have been at least as rich as gregorian chant. Perhaps it even stood at the basis of Gregorian chant. Anyway, for the Mozarabic tradition it is also true that it provided the context within which many people in many centuries could live in harmony with the universe. Unfortunately the irony of history connects the abolition of Islam with the supression of the mozarabic rite. Under Islam mozarabic christians were free to practice their rite for many centuries. Their faith went even back to the time of Isidore of Seville and pre-Islamic times of late antiquity.

For me it is a great challenge to restore new and better melodies for lost chants of the Mozarabic tradition. Someday I hope to restore some complex chants of which I can say with certainty that they must have existed in the tenth century. Therefore my method needs continuous improvement. I also need better criteria. In my recent publication these criteria already are quite good. But unfortunately now they only show that most chants probably have nothing to do with a thousand years ago. However, "nothing" obviously is too much to say. As noted earlier, we know for sure that text, tone density and melodic contours are the same. In addition, the melodic language is probably very similar. Perhaps these issues were much more important for the religious people than the things we are less certain about; such as modes and ambitus. My objective criteria already show that some reconstructions might have been close to the tenth century. What is more important: some reconstructions are simply beautiful. I would like to conclude with a video of a short responsory for St Martin in which you can follow the original notation.

Video 3: Confitebor tibi Domine




"Por uma reconstrução computacional do canto mozárabe"
Palestra de Geert Maessen, transmitida em tempo real para o Encontro de Canto Gregoriano do Schola Cantorum de Brasília, 3/12/2016

Tradução de Dr Zoltan Paulinyi.

Vídeo 1: Hodie in Jordane
https://www.youtube.com/watch?v=wOYUtOkRvQQ

Boa tarde. Meu nome é Geert Maessen. Moro em Amsterdam, Holanda. Estudei arquitetura e filosofia; especializei-me em canto. Agradeço Zoltan Paulinyi pelo convite. É uma honra conversar com vocês em tempo real em Brasília sobre meu assunto predileto: canto mozárabe, o ramo sudoeste do canto medieval, música latina litúrgica da Europa. Primeiro, falarei um pouco sobre mim; depois, esboçarei como eu descobri o canto mozárabe. Por último, eu lhes contarei sobre meus desafios e sobre a publicação do ofício de São Martinho.

Para entender meu interesse em Canto Gregoriano, é importante saber que eu tenho um defeito de visão congênito: acromatopsia (visão preto e branco, com gradações de cinza). Como consequência, vejo apenas 10% do que uma pessoa normal vê. Uma placa lida por um motorista a 25 metros de distância, eu posso enxergá-la a 2,5 metros. Outra consequência: sou hipersensível à luz: geralmente preciso usar óculos muito escuros durante o dia. Coincidentemente, meu trabalho é dirigido a pessoas com deficiências visuais, o que se relaciona mais com meu interesse em notação musical do que com minha deficiência visual: eu transcrevo partituras para notação Braille a pedido de músicos cegos.

Em minha juventude, eu escutava a música de J. S. Bach, que me impressionava a ponto de eu querer estudar violino. Contudo, o problema de ler partituras se agravava: eu só podia lê-las próximas a meus olhos, não sobrando espaço para mexer o arco. Eu não encontrava solução para ler e movimentar o arco simultaneamente. O melhor era decorar a parte para tocá-la. Isto é novamente inverter as coisas: a melhor maneira de aprender a ler música é tocá-la da partitura. Assim, decidi escolher outro instrumento, um que minimizasse as complicações de leitura e produção musical em simultâneo: o canto.

Naquela época, eu estudava arquitetura e ficara fascinado por uma teoria do monge Hans van der Laan. Visitei o mosteiro que ele construiu baseado em sua teoria, perto de Aachen. Todo seu projeto neste mosteiro beneditino se alinhava com a teoria: o tamanho dos espaços, a proporção das mobílias para os espaços, as próprias mobílias, vestíbulo, cozinha e até o cemitério no jardim onde Van der Laan está enterrado desde 1991. Mais do que pelo trabalho de Van der Laan, impressionou-me o canto dos monges. Diariamente, eles cantam por cerca de 4 horas. A maior parte destas horas consistia na recitação dos salmos. Semanalmente, todos os 150 salmos eram recitados na ordem estabelecida por São Bento desde o século VI em sua Regra. Eu fiquei particularmente impressionado pela recitação desses salmos. A partitura musical para isso é o mais simples que se pode imaginar: essencialmente uma nota, evidentemente a qual não estava escrita. Algo completamente diferente da música de Bach. Quase todos os cantos com uma natureza mais complexa pareciam surgir dessa recitação. Quanto mais festivo, mais complexo; porém, mais raro. Além dos salmos, centenas de cantos muito diferentes eram cantados em lugares específicos do calendário; inicialmente, somente os mais raros eram escritos.

Cantar o canto gregoriano parecia, portanto, um caminho natural para familiarizar-me com a leitura musical. Por isso, entrei num coral gregoriano. Em virtude do entusiasmo do diretor Wim van Gerven, continuei a cantar lá enquanto o violino ficava de lado. Naquela época, eu estudava filosofia, onde o canto gregoriano se tornou assunto principal. O canto, e particularmente o contexto no qual surgiu, foi-me tão importante que parecia dar-me respostas a questões não mais relevantes na ciência e filosofia; questões do tipo "Qual o sentido da vida?" "Por que estamos neste mundo?"

A resposta do canto para estas questões foi muito prática e efetiva: o sentido da vida consiste em viver em harmonia com o universo. A vida de oração e trabalho, como descrito na regra monástica, apresenta claramente tal harmonia. Todas as centenas de cantos tinham um lugar único em 3 ciclos principais; aqueles do dia, da semana e do ano. Pela manhã, os cantos diferiam dos da tarde ou da noite. Os cantos de domingo eram diferentes dos feriais. Os de sexta-feira eram diferentes dos de quarta-feira. Ademais, os dias do ano litúrgico tinha cantos diversos para festas relacionadas à Páscoa (o início da primavera no hemisfério norte), como também para festas do calendário dos santos. Após cantar tais cânticos semanalmente durante 3 anos, eu reconheci o benefício desta harmonia, na qual você pode escutar, pelos cantos, em qual estação você está, qual dia da semana e qual hora do dia era. O canto constituía um lar no universo, sendo a melhor resposta filosófica a questões aparentemente sem sentido no mundo moderno.

Logo após o êxodo das igrejas nos anos 60, e especialmente após a publicação do Gradual Tríplex em 1979, a prática do canto gregoriano na Europa intensificou-se. O estudo dos mais antigos manuscritos do século X revelaram que o repertório devia soar muito diferente do que nos se tornou familiar desde o século XIX. O diretor do meu coro foi pioneiro neste campo nos Países Baixos. Ele estudou tais manuscritos antigos, restaurou suas melodias, e os experimentos com seu coral resultaram em uma nova maneira de apresentação: mais parecido com tradições vocais de outras religiões, tais como hinduísmo, judaísmo e islamismo.

Eu continuei esta abordagem, observando as mais antigas fontes e escutando outras tradições. Fazendo isso, em 1996, eu desenvolvi uma nova notação para o canto: o Fluxus. Neste formato, os cantos mais antigos foram transcritos sobre linhas. A notação paleográfica é ilegível para nós sem apoio dos manuscritos antigos. Com Fluxus, a notação antiga torna-se legível ao preservar informações perdidas nas notações antigas. A notação Fluxus tornou possível para mim e para meu grupo ser mais fiel às indicações das fontes antigas, de um modo bastante sugestivo. Portanto, nosso canto soava cada vez mais próximo às tradições orientais.

Video 2: Lapidem quem reprobaverunt
https://www.youtube.com/watch?v=rGNqq2ds3Yc

Começamos procurando por repertório em manuscritos antigos ausentes em edições modernas. Descobrimos que foram desaparecendo gradualmente dos manuscritos do século XI as partes mais interessantes do canto: os versos do ofertório. Além do canto gregoriano, descobrimos outras tradições latinas que desapareceram naquele mesmo século. Canto ambrosiano de Milão, canto antigo de Roma, canto Beneventiano do sul da Itália, e finalmente o canto mozárabe da península ibérica. O canto mozárabe está quase totalmente preservado no mesmo tipo de notação do gregoriano antigo. Infelizmente, o rito mozárabe não prosseguiu com sua tradição escrita. Em 1085, essa tradição foi oficialmente abolida e substituída pelo rito romano, o qual é o canto gregoriano. Portanto, o canto mozárabe está quase completamente perdido; está somente preservado na notação do tipo "lembrete" (você só pode lê-lo quando já conhece as melodias).

Eu fiquei surpreso que ninguém tivesse tentado restaurar as melodias perdidas com o computador. Ao contrário, cientistas afirmavam que as melodias estavam irremediavelmente perdidas, até que pudéssemos encontrar manuscritos nos quais estivessem escritos, ou onde pudéssemos ler a maneira de interpretar a notação antiga. Após muitas tentativas em recompor as melodias, eu comecei a experimentar com o computador. Não acreditava que isso falharia em nos levar a boas e cantáveis melodias. Hoje, estou certo que quase todos os cânticos perdidos podem ser reconstruídos por processos computacionais.

A melhor maneira de realizar isso é calcular e cantar. Este é também o título de meu primeiro livro sobre o assunto: Calculemus et Cantemus. Neste livro, eu apresento 50 reconstruções computacionais de cantos mozárabes do século X. Não afirmo que encontrei as melodias perdidas; apenas digo que correspondem em todos os detalhes ao nosso conhecimento sobre os cantos perdidos. O fato de que os cantamos todos significa, evidentemente, que as peças podem ser cantadas; portanto, são um tipo de música. Ademais, são essencialmente independentes de minha opinião, porque são produzidos por uma máquina segundo um protocolo estrito (um algoritmo). Embora estas reconstruções provavelmente sejam bem diferentes das melodias perdidas, nós podemos cantá-las sobre os mesmos textos de centenas de anos atrás, com os mesmos contornos melódicos e densidade tonal. Ademais, o idioma melódico é derivado da mesma época. Por isso, somos capazes de vislumbrar algo do passado.

Em que pese eu não dizer que minhas reconstruções apresentam melodias perdidas, eu estou convicto que podemos encontrar as melodias perdidas calculando e cantando: basta simplesmente aprimorar continuamente o processo de cálculo. E as experiências com o canto devem alimentar o método. A cada nova publicação, seja áudio ou impresso, nós desejamos avançar mais um pouco. Em nosso mais recente livro com os cantos a São Martinho, o método foi aprimorado significativamente. Igualmente, a música tem uma qualidade mais constante.

É fascinante observar que a tradição perdida mozárabe volta à vida aos poucos, sob nossos dedos. Uma tradição que, com suas centenas de cantos, deve ter sido tão rica quanto o canto gregoriano. Talvez até tenha sido base para o canto gregoriano. De todo modo, certamente a tradição mozárabe ofereceu o contexto no qual muitas pessoas, durante muitos séculos, puderam viver em harmonia com o universo. Infelizmente, a ironia da história conecta a abolição do islamismo com a supressão do rito mozárabe. Sob o islã, os cristãos mozárabes tinham liberdade para praticar seu rito por muitos séculos; a fé deles originava-se desde o tempo de Isidoro de Sevilha e da antiguidade pré-islâmica.

Para mim, é um grande desafio restaurar novas e melhores melodias para os cânticos perdidos da tradição mozárabe. Algum dia, eu espero restaurar alguns cantos complexos dos quais eu posso dizer que certamente existiam no século X. Portanto, meu método necessita de melhorias contínuas. Eu também preciso de critérios melhores. Em minha recente publicação, tais critérios são bastante bons. Todavia, infelizmente, agora parecem mostrar que a maioria dos cânticos provavelmente não tem nada a ver com os originais de centenas de anos atrás. Entretanto, "nada" é evidentemente exagerado. Como disse anteriormente, temos certeza de que o texto, a densidade tonal e o contorno melódico são os mesmos. Além disso, a linguagem melódica é provavelmente muito semelhante. Talvez, estes tópicos fossem muito mais importantes para o povo religioso do que as coisas sobre as quais temos menos certeza, como modos e âmbitos. Meus critérios objetivos já mostram que algumas reconstruções podem ter se aproximado aos do século X. O que é mais importante: algumas reconstruções são simplesmente lindas. Eu gostaria de concluir com um vídeo da curta reconstrução para São Martinho, onde vocês podem acompanhar a notação musical original.

Video 3: Confitebor tibi Domine.


8 de agosto de 2016

Calologia MUSICAL

Jornal do SCHOLA CANTORUM de BRASÍLIA

Agosto de 2016. Número 002.


- ENTREVISTAS - 
 Entrevista n°1:
O Jornal da SCB entrevistou duas das mais antigas membras do coral polifônico Ana Clara e Rafaela. Ao final da entrevista, que aconteceu no dia 03 de Julho na Paróquia São Pio de Pietrelcina, as crianças cantaram um trecho da música “Doce é sentir”.


01). Há quanto tempo vocês estão no coral?
— 3 anos.

02). Que lugares já conheceram com a SCB?
— Petrópolis e Portugal.

04). Qual a contribuição da SCB na sua vida?
Rafaela:
— Ajuda nos estudos e ajuda a gente a aprender mais sobre a Igreja.
Ana Clara:
— Me ajudou mais a me concentrar, me ajudou nos estudos e eu conheci mais sobre a Igreja também. ______________________________________________________
Editor: Guilherme C. Cruz (guilhermecdacruzz@gmail.com)
Coordenador: Gustavo Manzochi

http://SCBrasilia.blogspot.com


 Entrevista n°2:

No dia 3 de julho a Schola Cantorum de Brasília foi responsável  pela parte musical da Missa das 10hs na Paróquia São Pio de Pietrelcina, no Sudoeste. Ao final da bela celebração, o revmo. Pe. Carlos Fernando Hernández-Sánchez, em entrevista ao nosso jornal, exortou a SCB a continuar esse ministério, e expressou seu desejo de ter mais frequentemente em sua paróquia a presença do canto gregoriano e polifônico. Confira a entrevista completa:

1). Qual a importância da música e das belas artes para o sr.? Pe.: A música e as belas artes são fundamentais; a Igreja sempre considerou o canto “um elemento fundamental” na liturgia. A arte, obviamente, embeleza a expressão litúrgica.

2). Há contribuição de artistas profissionais em sua paróquia? Pe.: Não temos artistas profissionais na comunidade, apenas grupos, bandas, que exercem o ministério de música; existe uma carência nessa área. 
 

3). Como tem sido o desenvolvimento musical na sua paróquia?
Pe.: Muito precário. Temos bandas e corais com ritmos e modas que gostaríamos de melhorar, mas trabalhamos com o que temos. De fato, seria ideal trabalhar com outro estilo, como a Polifonia e o Canto Gregoriano. 


4). Que mensagem você deixa aos músicos e artistas, principalmente às crianças do SCB?  
Pe.: Parabenizo-os pelo trabalho. Deus os abençoe. E os exorto a continuar essa missão de ajudar os fiéis a contemplar o Mistério de Deus através do canto.  
_________________________________________________________________________________
Editor: Guilherme C. Cruz (guilhermecdacruzz@gmail.com)
Coordenador: Gustavo Manzochi

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- ARTIGOS -
AS VIRTUDES

Por Mário Ferreira dos Santos
"Chamam-se virtudes todos os hábitos constantes que levam o homem para o bem, quer como indivíduo, quer como espécie, quer pessoalmente, quer coletivamente.
É esse o conceito de virtude (de vir, homem). É a potência racional que inclina o homem à prática de operações honestas, tendentes para o bem.
Pode-se, assim, falar de virtudes morais e virtudes intelectuais. As que tendem para o bem honesto são morais, as que tendem para a verdade são as intelectuais. A caridade é uma virtude moral. As virtudes intelectuais, também chamadas especulativas, são a sabedoria, a ciência, etc."
Não basta desejar adquiri-las; é preciso tê-las. A ciência é um hábito, como um hábito são também as outras virtudes, mas, sem a presença dessas três, aquelas esmaecem e se apagam. O verdadeiro homem religioso e virtuoso afana-se em adquirir as virtudes cardeais, mas humildemente espera que nele se fortaleçam as três virtudes teologais.
E nesta humilde espera está em grande parte a sua grandeza.”

Leia o texto completo:

https://psicologiadoimaginario.wordpress.com/2016/05/31/mario-ferreira-dos-santos-as-virtudes/


3° Congresso de Músicos SCB



"Nos dias 18 e 19/06, na Paróquia São Miguel Arcanjo e Santo Expedito (Arquidiocese Militar), a SCB realizou o seu 3º Congresso de Músicos. Durante o evento, houve formatura dos membros do gregoriano, junto com a formação de um novo coral. No domingo (19) o congresso foi encerrado com a Santa Missa às 11h. O Pe. José Eudes concluiu o evento elogiando o trabalho da escola, e promovendo a música para as crianças como uma forma de disciplina e elevação, tanto da cultura, quanto da alma.”


- VOCÊ SABIA? - 
 
O canto gregoriano nada tem a ver com os gregos. Ele é a mais antiga manifestação musical do Ocidente e tem suas raízes nos cantos das antigas sinagogas. Seu nome é uma homenagem ao Papa Gregório Magno (540-604) que fez uma coletânea de peças, publicando-as em dois livros: O Antifonário, conjunto de melodias referentes às Horas Canônicas, e o Gradual Romano, Contendo os cantos da Santa Missa. Ele também iniciou a "Schola Cantorum" que deu grande desenvolvimento ao canto gregoriano.



- EDITORIAL- 

Dr Zoltan Paulinyi‎,

junho de 2016.

<Paulinyi@yahoo.com>





O Schola Cantorum de Brasília (SCB) é a nova denominação da seção externa de coro e orquestra fundada pelo Mosteiro de São Bento. O grupo migrou definitivamente à Paróquia Militar São Miguel Arcanjo e Santo Expedito à EQN 303/304 no dia 17 de abril de 2016, deslocando nosso ensinamento e arte musical ao centro de Brasília.
Devem cantar e estudar música conosco crianças a partir de 2 anos de idade, jovens e adultos. Aproximam-se todos que se interessam pela oração cantada, pois ensinava Santo Agostinho que "quem reza cantando, reza duas vezes".
Nossos cursos distinguem-se por ensinar calologia musical, o estudo da beleza aplicada à música. Papa Paulo VI referia-se aos artistas como "guardiões da beleza". Em face disso, nossa vocação missionária é levar a beleza musical a todos. Internacionalmente, os irmãos maristas já se referem a nós como "apóstolos da beleza", ao abrirmos as comemorações pelo bicentenário de fundação do Instituto Marista em Roma no dia 2 de janeiro de 2016.
O novo símbolo do SCB foi desenhado por Lívia Paulini para representar a seção das crianças do coral, em torno da qual gravitam todas as demais seções.
Prosseguimos cantando em 2016 cheios de esperança para que esta nova etapa do grupo gere frutos eternos! Para isso, dirigimos nosso olhar ao exemplo heroico do beato Francisco Marto, músico (flautista), pastor, criança vidente de Nossa Senhora de Fátima: que

nos inspire nas obras de caridade, na música e na aproximação com Deus, autor de toda beleza!






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Coral: Paróquia Militar São Miguel Arcanjo e Santo Expedito, 303/304 Norte, Brasília, DF.
Gregoriano e instrumentos:
CLN 114 B sala 107 (Asa Norte).



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